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Tráfego de carretas de Eucalipto estragam rodovias baianas

Nos últimos anos, o plantio de eucalipto para abastecer fabricas de celulose implantadas no Extremo Sul da Bahia, se alastrou por outras regiões, mais notadamente pelo Sudoeste Baiano e norte de Minas Gerais.

Com o corte da safra mais recente, carretas carregadas de madeira começaram a trafegar pelas estradas estaduais da região, sem nenhum controle de peso, destruindo as já debilitadas pistas dessas rodovias.

Segundo informações colhidas por este blog junto aos órgãos oficiais, as estradas do Médio Sudoeste e Sul da Bahia, são as mais comprometidas, com destaque para a BA-263 (Conquista – Itapetinga), BA-270 (Itapetinga – Potiraguá), e a ‘Estrada da Coréia’, recentemente recuperada pelo governo.

O impacto desses caminhões com cargas acima do peso permitido é muito grande nas rodovias, pois nenhuma delas possui estrutura para tráfego pesado.

O principal destino do eucalipto colhido em Ibitupã, Encruzilhada, Vitória da Conquista, Cândido Sales e Norte de Minas, é a fábrica de celulose Veracel, localizada em Eunápolis, no Extremo Sul da Bahia, razão pela qual essa empresa de grande porte tem o dever e a obrigação de participar da conservação das rodovias por ela utilizadas.

Enquanto isto, a balança do posto da Polícia Rodoviária Estadual, próxima à Serra do Marçal, continua desativada, facilitando o tráfego de carretas com até 60 toneladas de madeira, quando o permitido é de no máximo 40 toneladas.

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