Durante encontro com produtores rurais em Itamaraju, no extremo sul da Bahia, nesta quinta-feira 6, o vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, usou dados sobre violência, educação, saúde e emprego para criticar o desempenho do governo baiano, comandado pelo PT há quase duas décadas.
De acordo com Neto, os indicadores sociais mostram o que ele classificou como “fracasso das políticas públicas” do atual grupo político. “A Bahia é o estado com o maior número de homicídios do Brasil, e quem mais sofre é o pobre, que vive na periferia. Temos a pior educação do país, e milhares de pessoas continuam morrendo na fila da regulação, sem conseguir atendimento médico-hospitalar”, afirmou.
O ex-prefeito de Salvador também destacou os números do desemprego e da pobreza. “A Bahia lidera o ranking de desemprego e pessoas vivendo abaixo da linha da miséria. Depois de 20 anos de um mesmo grupo no poder, com 14 deles alinhados ao governo federal, o resultado é esse: um estado com os piores indicadores sociais do Brasil”, disse.
Neto afirmou que o governo deveria priorizar políticas de estímulo ao trabalho e à produção. “Enquanto o PT diz defender os pobres, o que faz é se aproveitar da pobreza. O que sustenta a Bahia é o agro — o pequeno, o médio e o grande produtor, quem vive da terra e gera emprego”, declarou.
O encontro contou com a presença do prefeito Jorge Almeida (PSDB), do ex-prefeito Marcelo Angênica, dos deputados Adolfo Viana e Tiago Correia, além do ex-ministro João Roma e do ex-deputado Marcelo Nilo.



