O presidente do PL na Bahia, João Roma, criticou a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou o ex-mandatário culpado por organização criminosa e outros quatro crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado em 2023, após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022.
Em publicação nas redes sociais, Roma classificou o julgamento como um “espetáculo midiático” e afirmou que Bolsonaro foi alvo de perseguição política. Segundo o dirigente, o resultado representa uma ameaça à liberdade no país: “Não estão sentenciando o líder da direita no Brasil, estão condenando uma nação livre a viver a arbitrariedade de uma ditadura velada”, declarou.
O julgamento terminou com placar de 4 a 1 contra Bolsonaro, e o posicionamento de Roma reacende debates sobre a polarização política e a percepção de influência política em decisões judiciais.
A manifestação do presidente do PL baiano surge em meio a uma série de repercussões políticas sobre a condenação, que continua gerando debates entre parlamentares, autoridades e setores da sociedade.



