O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, reagiu à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que negou o pedido de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, mantendo o cumprimento da pena em regime fechado.
Em nota, Roma afirmou que a decisão desconsidera o estado de saúde de Bolsonaro, que passou por procedimentos cirúrgicos em decorrência de complicações da facada sofrida durante a campanha eleitoral de 2018. Segundo ele, o ex-presidente necessita de acompanhamento médico contínuo.
Para o dirigente partidário, a situação deveria ser reavaliada sob o ponto de vista humanitário. Roma defendeu que a prisão domiciliar permitiria a continuidade do tratamento médico sem representar riscos, enquanto o caso segue sob análise do STF, responsável por acompanhar a execução da pena.



