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    Início»Cidades»Precatório do FUNDEF vira alvo de denúncia no MPF contra prefeitura de Caravelas
    Cidades

    Precatório do FUNDEF vira alvo de denúncia no MPF contra prefeitura de Caravelas

    APLB afirma que cerca de R$ 1,4 milhão em juros e correção monetária não foi incluído no rateio destinado aos profissionais da educação
    Por: Amintas de Jesus | MTB/BA 687514 de julho de 2026
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    Precatório do FUNDEF vira alvo de denúncia no MPF contra prefeitura de Caravelas
    Coordenador da APLB em Caravelas, Mirovéo Júnior. Foto: Divulgação
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    O pagamento do precatório do FUNDEF em Caravelas passou a ser alvo de uma denúncia no Ministério Público Federal (MPF). A representação foi protocolada na segunda-feira 13, pela APLB Sindicato – Núcleo de Caravelas, que aponta suposto descumprimento da legislação na distribuição dos recursos aos profissionais da educação.

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    Segundo a entidade, o município recebeu aproximadamente R$ 5,93 milhões referentes ao precatório, mas realizou o rateio considerando apenas o valor principal, deixando de incluir os juros e a correção monetária. A APLB sustenta que, pela legislação, 60% do montante total, incluindo os encargos financeiros, deveria ser destinado aos profissionais do magistério que atuaram entre 1º de outubro de 2001 e 31 de dezembro de 2005.

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    O coordenador da APLB em Caravelas, Mirovéo Júnior, afirmou que a categoria decidiu recorrer ao MPF diante da falta de respostas da administração municipal. “O município não se pronuncia. O prefeito não esclarece a situação, a Secretaria Municipal de Educação também permanece em silêncio, enquanto a categoria convive com promessas e informações desencontradas sobre um pagamento que nunca acontece. Diante desse cenário, buscamos o órgão competente para fiscalizar a correta aplicação dos recursos do precatório do FUNDEF”, declarou.

    De acordo com os cálculos apresentados pelo sindicato, cerca de R$ 3,558 milhões deveriam ter sido distribuídos entre os 503 profissionais habilitados. No entanto, o município teria pago aproximadamente R$ 2,150 milhões, deixando de repassar cerca de R$ 1,4 milhão que, segundo a APLB, pertence aos trabalhadores da educação. “Continuaremos adotando todas as medidas administrativas, políticas e jurídicas necessárias para garantir o pagamento integral desses recursos aos profissionais da educação”, acrescentou Mirovéo Júnior.

     

    APLB Caravelas Educação Extremo sul FUNDEF Ministério Público Federal Siga a Notícia
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