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Organizador de Juri a favor de Lula diz que ‘não há crime e se houvesse não há provas’

O “júri popular” simbólico, criado por ativistas com objetivo de provar a inocência do ex-presidente Lula, será realizado no início da noite nesta terça-feira 23. De acordo dos organizadores do evento, o advogado e procurador do Estado da Bahia, Elder Verçosa, a ação pretende trazer o caráter teatral de um juri de forma muito mais compreensivel para população.

“Entendemos que essa forma de juri é mais dinâmica e mais compreensivel para população. O que queremos reforçar é que no juri há a soberania da vontade popular, o cidadão é julgado por seus iguais, seus pares, não por um estamento burocrático que as vezes recebe infiltração ideológica”, disse.

Segundo o advogado, a ‘simulação’ contará com a presença de um juiz de direito, Mauricio Brasil, de jurados, testemunhas de acusação, de defesa, promotor que vai fazer o papel de acusador, entre outros. “Isso é para que a população possa ter acesso ao outro lado da notícia, para que a gente possa trazer uma visão diferente daquela que está sendo apresentada como se verdadeira: De que Lula teria cometido crimes que não ocorreram. Não há crimes, e se crimes tivessem sido cometidos, não há provas”, declarou Verçosa.

Procurador do Estado da Bahia

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